sábado, 23 de abril de 2011

Até que ponto, meu Deus?

Tudo na vida tem um limite, e creio que todos nós sabemos disso. No momento,as ideias em minha cabeça estão vindo meio embaraçadas... Não sei muito bem por onde começar, foram tantos acontecimentos em tão pouco tempo. Sabe aquele momento em que sua  vida muda completamente em um tempo mínimo? Pois é. Mas, vou tentar ao máximo organizar meus pensamentos.
Vivemos buscando a felicidade. Tudo o que fazemos é, de um certo modo, visando o nosso bem, ou bem de uma pessoa querida, para que assim nos sintamos felizes.
Acontece que nem sempre o que é bom ou o melhor para você, é o mesmo para a outra pessoa. Daí você tem que escolher entre ser feliz magoando-a, ou se magoar fazendo-a feliz. Difícil, muito difícil.
E com essa situação, vêm as dúvidas. Até que ponto posso ser feliz, causando a menor quantidade de dor possível na outra pessoa?
Você, então, se desespera (ou perde a paz interior). Não sabe o que fazer, espera a ajuda do destino... Mas o que poucos sabem é que o destino acontece de acordo com as suas escolhas.
E a angústia toma conta de você. Qualquer passo incerto pode prejudicar muito você, ou a pessoa que você quer proteger. O que fazer? Até que ponto viverei isso, meu Deus? Não há como saber. Acho que a única pessoa que, no final das contas, pode dar um jeito nisso, é você mesmo. Deus ajuda, o destino nem tanto, mas a  tarefa difícil fica com você. A vida é sua mesmo.
Trata-se de erguer o queixo, procurar soluções. Não me lembro de nenhuma situação ruim que já viví, onde o choro ou o desespero resolveram algo. Só saí delas quando tomei uma decisão. Quando parei para meditar.
Só não podemos esquecer, nesse caso, que estamos querendo o melhor para o outro também. É, eu não vou me esquecer.
Ps: Até que ponto? Até o ponto certo, quando você descobrir, enfim, o que fazer. Creio que essa é a única resposta.

Nenhum comentário:

Postar um comentário